3 de abril de 2008

A 3ª revolução industrial e seus impactos no mundo dos negócios

As recentes transformações econômicas, intensificadas a partir da década de 1980, vêm produzindo grandes impactos no processo produtivo, no mercado de trabalho, nos padrões de consumo e nos negócios em geral. Alguns intelectuais chamam este processo de 3ª Revolução Industrial, denominação com a qual concordo, pelo fato de no seu seio se encontrar o profundo desenvolvimento das tecnologias da informação que está revolucionando todas as demais atividades econômicas. Destacam-se quatro principais aspectos da terceira revolução industrial: tecnologias da informação, trabalho intelectual, consumo segmentado e globalização.

Tecnologias de informação. Os paradigmas tecnológicos da 1ª e da 2ª revolução industrial estão relacionados à energia - máquina a vapor e combustão e eletricidade, respectivamente – O aumento do potencial energético decorrentes destas tecnologias ampliaram a capacidade produtiva do homem nos séculos XIX e XX, permitindo a produção e facilitando o transporte de bens em maior volume e variedade. Na 3ª revolução industrial, é a informação que está no seio do paradigma tecnológico. O acesso a grande volume de informações e sua capacidade de processá-las, combinados à expansão das possibilidades de comunicação, vem gerando o enriquecimento cultural da sociedade com a evolução da linguagem em geral, o alargamento das possibilidades do trabalho intelectual com as facilidades da Internet e do computador e o aumento da produtividade dos diversos setores da economia com a base de informação e conhecimento disponibilizada. Este processo se iniciou com convergência entre indústrias tradicionalmente delimitadas, especialmente telecomunicações e informática, que possibilitou o transporte e o processamento de informação em forma de bits, sendo posteriormente potencializado com o surgimento da Internet. No mundo dos negócios, as tecnologias da informação criaram novos meios de acesso e interação com o cliente de forma dinâmica e eficiente, melhor atendendo as suas necessidades. Adicionalmente, propiciou a otimização dos processos produtivos e a relação com fornecedores e parceiros, viabilizando melhores possibilidades de controle da produção e coordenação da cadeia produtiva.

Trabalho intelectual. A 2a revolução industrial se caracterizava por uma divisão do trabalho entre administradores da produção e trabalhadores braçais, que deveriam exercer tarefas simples, mecânicas e repetitivas ao longo das esteiras de produção. Com a 3ª revolução industrial, desenha-se uma nova divisão do trabalho, polarizada pelos trabalhadores intelectuais, bem educados e qualificados, de um lado, e pelos não qualificados, do outro. O trabalhador passa a se defrontar com maior volume de informações que o demandam algum grau de tratamento e análise, para o qual deve responder com ações intelectuais em maior ou menor nível. Assim como ocorreu o declínio do trabalho agrícola tradicional no Século XX – que se transformou em trabalho industrial nos países desenvolvidos e em desenvolvimento e resiste em sua forma original somente nas regiões mais pobres e atrasadas, é possível que ocorram um trabalho braçal no Século XXI.

Consumo segmentado. O padrão de consumo da 2ª revolução industrial é o consumo de massa, onde as empresas procuravam produzir milhares de produtos idênticos, para obter economias de escala. Com o aumento de renda e melhoria dos níveis educacionais na segunda metade do Século XX, o consumidor passou a demandar produtos mais sofisticados e diferenciados, não mais se contentando com produtos padronizados. Por outro lado, as tecnologias da informação têm possibilitado as empresas conhecerem as necessidades específicas dos consumidores individuais, ou pelos das classes de consumidores com características semelhantes, além de facilitar a coordenação e a flexibilização dos processos produtivos, para a oferta de produtos diferenciados que melhor atendam as necessidades dos seus clientes.

Globalização. O processo de globalização se iniciou com o surgimento do capitalismo comercial e com as grandes navegações, tendo se intensificado nos últimos anos graças às tecnologias da informação, que possibilitaram a comunicações em tempo real, independente da distância e da região geográfica. A principal característica da globalização é a livre mobilidade de capitais nos diversos mercados mundiais, mais intensa que a mobilidade dos trabalhadores, já que estes possuem restrições ao migrar de um país para outro. Outro aspecto relevante da globalização é a concentração industrial, com a formação do oligopólio mundial, que se caracteriza pelo domínio de poucas firmas transnacionais nas principais indústrias, em nível global. Daí decorre o processo de espacialização e descentralização produtiva, no qual as empresas transnacionais compartimentam o seu processo produtivo e distribuem as atividades desta para distintas regiões geográficas, visando o aproveitamento das vantagens competitivas de cada uma delas.

11 comentários:

Jaiber Botão disse...

Os aspectos importantes comercial no sentido positivo e negativo. Positivo: circulação de informações benéficia o conhecimento, melhora a educação e a vida de muitas pessoas, facilidade na geração de lucros e de novos sistemas produtivos e adversidade de empregos. Negativo: A concentração da maioria da renda fica com a parte rica da população, mesmo tendo trazido facilidade para vida a renda é mal divida.
A tecnologia e a informação vêm da primeira e da segunda revolução com energia, maquinas a vapor, combustão e eletricidades. Já a terceira revolução vem com a tecnologia e com um grande volume de informação, a expansão das possibilidades de comunicação possibilitando o alargamento do trabalho intelectual com as facilidades da internet e do computador, deixando o trabalho braçal e entrando o trabalho de qualificação na era da informática e de informações.
Já no consumo segmentado as empresas passarão a fabricar produtos padronizados e passarão a fabricar produtos mais sofisticados e diferenciados para os consumidores individuais ou com algumas características semelhantes.
A globalização é a integração econômica e social capital e mercadorias que circulam segundos as leis de mercados e é favorecida pelas comunicações e informações e é usada como indicador na reposição de matérias primas.

Aline Pereira Godinho disse...

Pelo que pude observar ainda é um tema bastaste polêmico, pois alguns não concordam pesquisei alguns relatos a achei interessante os pontos de vista de cada um, veja abaixo:

“Existe uma "nova economia" mundial principalmente nos Estados Unidos, nascida da “terceira revolução industrial” ou tudo não passa de uma miragem? Paul Krugman, economista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT, tem insistido que a "nova economia se parece demais com a velha economia", para ser realmente novidade. Tem gente mais radical que ele, como o economista Bradford De Long, de Berkeley, que nega até mesmo a existência de uma revolução tecnológica. Ele dizia, no final de 1997, que ganhos crescentes de produtividade existem desde 1760, quando começou a era da Revolução Industrial”.

Qual a importância disso pra nós brasileiros, primeiro porque as empresas brasileiras nos últimos anos começaram a adotar de forma mais generalizada alguns padrões gerenciais e tecnológicos Isso pode ter impacto positivo na trajetória da inflação e do emprego nos próximos anos. Segundo porque ela chama a atenção para a importância coletiva da busca individual de eficiência e mostra que o sucesso nacional não depende mais só do governo.

Impactos Positivos – o desenvolvimento das novas tecnologias de informação e de seu principal meio de comunicação a Internet; a maior proximidade entre indivíduos e organizações propiciada pelo acesso freqüente a informações sobre eventos internacionais graças à redução drástica dos custos de comunicação e transporte; o aumento do interesse dos cidadãos e da opinião pública por temas mundiais relativos ao meio ambiente, aos conflitos regionais, ao protecionismo comercial; as estratégias de internacionalização das redes, movimentos, ONGs e empresas; a crescente integração pela política externa brasileira de componentes culturais, comerciais, sociais e econômicos.

Impactos Negativos – o desemprego, causado pelas transformações que vêm ocorrendo no padrão ou modelo de desenvolvimento produtivo e tecnológico que predomina nos países capitalistas avançados. Estão alterando a organização do processo produtivo e do trabalho em todos eles e no resto do mundo também. E tais mudanças afetam o conjunto do mundo do trabalho, os robôs ou as novas tecnologias de produção parecem ser os únicos e mais cruéis causadores desse desemprego.

As políticas públicas que poderiam minimizar os efeitos negativos seria o governo investir no treinamento dos trabalhadores, por que de qualquer forma, por mais que tenham as máquinas, também tem que ter trabalhadores qualificados para o caso de futuros problemas. Só que infelizmente não é o que se tem visto, e com isso o número de desemprego cresce a cada dia, porém o mercado tem muitas vagas, mas pouca qualificação.


Aline Pereira Godinho
Turma: DR1T30
Mat. 922501-3
Direito 1º Semestre

Igor disse...

Na terceira revolução industrial um fator positivo que merece destaque,é a informação.O acesso a grande volume de informações,vem gerando o enriquecimento cultural da sociedade e o aumento das possibilidades do trabalho intelectual e consequentemente uma produtividade maior nos diversos setores da economia.A terceira revolução industrial cria uma nova divisão de trabalho,formada por trabalhadores intelectuais,qualificados e bem educados e por outra classe formada por trabalhadores braçais.Com o aumento da renda e do nível intelectual os consumidores não se contentavam mais com o padrão de consumo da segunda revolução industrial e começaram a selecionar produtos diversificados e mais sofisticados.Fator importante do consumo segmentado é a flexibilização dos processos produtivos,para a oferta de produtos diversificados que melhor atendam as necessidades de seus clientes.

Igor Fellipe
Turma:DR1T30
Curso:Direito 1º Semestre
RA.:947102-2

Humberto disse...

Para mim ficou bastante claro que a Terceira Revolução está caracterizada pelas indústrias avançadas, associadas a centros de pesquisa, formada pelos chamados "cérebros" (cientistas)- e marcados por uma paisagem constituída pelos edifícios "inteligentes".

Também fica bem marcado que a Globalização da indústria, as transnacionais se instalam em vários locais diferentes e complementam suas produções. Um exemplo é a indústria automobilística: os diversos componentes são fabricados em diferentes locais e montados em uma determinada indústria.

Essa nova lógica da localização industrial tem provocado a descontinuidade geográfica, a descentralização industrial, ou seja, a fabricação articulada em redes globais, que se organizam em torno de fluxos de informação.

Em virtude desses aspectos inovadores e em decorrência das necessidades afloradas nesse panorama, o novo espaço industrial foge das velhas áreas metropolitanas e se instala em novas regiões caracterizadas por alta tecnologia.

Humberto Peres Ferreita
Turma: DR1T30
Direito 1º Semestre

Juliana disse...

Juliana Braga Vogado RA :947059-0 Turma:DR1T30 Sala:105
Quais são os principais impactos positivos e negativos da 3ª revolução industrial e dos seus aspectos relevantes (tecnologias de informação, trabalho intelectual, consumo segmentado e globalização) para a economia e a sociedade global. Que políticas públicas poderiam minimizar o efeito dos impactos negativos?
São quatro aspectos importantes:POSITIVOS E NEGATIVOS
A terceira fase da revolução industrial é a que vai de 1900 até os dias de hoje. Caracteriza-se pelo surgimento de grandes complexos industriais e empresas multinacionais e pela automação da produção. Desenvolvem-se a indústria química e a eletrônica. Os avanços da robótica e da engenharia genética também são incorporados ao processo produtivo, que depende cada vez menos de mão-de-obra e mais de alta tecnologia. O mercado se globaliza apoiado na expansão dos meios de comunicação e de tranportes. Nos setores agrícolas e de serviços, as máquinas substituem o trabalho humano. Corporações multinacionais fazem notar que estão cada vez mais competitivas, e ao mesmo tempo anunciam demissões em massa. Sem nenhuma dúvida, vivemos hoje mudanças profundas que se refletem no mundo do trabalho. Para os mais otimistas, a questão do desemprego tecnológico será resolvida pela própria tecnologia avançada que estimulará o surgimento de novos setores produtivos e de atividades humanas a ela ligados, exigindo, assim, novos trabalhadores. Para outros, o sonho dos empresários de fábricas sem operários está prestes a ser realizado.
Hoje, um fantasma ronda a vida dos trabalhadores: o desemprego. Para muitos estudiosos, trata-se de um desemprego estrutural, isto é, causado pelas transformações que vêm ocorrendo no padrão ou modelo de desenvolvimento produtivo e tecnológico que predomina nos países capitalistas. É preciso uma nova teoria política e um novo conjunto de concepções econômicas para se lidar com fenômenos totalmente novos e desconcertantes como a progressiva eliminação dos postos de trabalho e a redução constante dos salários mesmo em períodos estáveis e até o crescimento vigoroso da economia sem a geração de um número razoável de empregos. Por isso mesmo, os problemas decorrentes exigem soluções novas e globais. As teorias capitalistas neoliberais não dão conta da tarefa, e mesmo alguns de seus expoentes já admitem isso. Os velhos axiomas marxistas falham totalmente diante de um capitalismo sem proletariado, em que as classes trabalhadoras se pulverizam em milhões de autônomos, terceirizados, microempresários e afins.

Juliana disse...

Juliana Braga Vogado RA :947059-0 Turma:DR1T30 Sala:105
Quais são os principais impactos positivos e negativos da 3ª revolução industrial e dos seus aspectos relevantes (tecnologias de informação, trabalho intelectual, consumo segmentado e globalização) para a economia e a sociedade global. Que políticas públicas poderiam minimizar o efeito dos impactos negativos?
São quatro aspectos importantes:POSITIVOS E NEGATIVOS
A terceira fase da revolução industrial é a que vai de 1900 até os dias de hoje. Caracteriza-se pelo surgimento de grandes complexos industriais e empresas multinacionais e pela automação da produção. Desenvolvem-se a indústria química e a eletrônica. Os avanços da robótica e da engenharia genética também são incorporados ao processo produtivo, que depende cada vez menos de mão-de-obra e mais de alta tecnologia. O mercado se globaliza apoiado na expansão dos meios de comunicação e de tranportes. Nos setores agrícolas e de serviços, as máquinas substituem o trabalho humano. Corporações multinacionais fazem notar que estão cada vez mais competitivas, e ao mesmo tempo anunciam demissões em massa. Sem nenhuma dúvida, vivemos hoje mudanças profundas que se refletem no mundo do trabalho. Para os mais otimistas, a questão do desemprego tecnológico será resolvida pela própria tecnologia avançada que estimulará o surgimento de novos setores produtivos e de atividades humanas a ela ligados, exigindo, assim, novos trabalhadores. Para outros, o sonho dos empresários de fábricas sem operários está prestes a ser realizado.
Hoje, um fantasma ronda a vida dos trabalhadores: o desemprego. Para muitos estudiosos, trata-se de um desemprego estrutural, isto é, causado pelas transformações que vêm ocorrendo no padrão ou modelo de desenvolvimento produtivo e tecnológico que predomina nos países capitalistas. É preciso uma nova teoria política e um novo conjunto de concepções econômicas para se lidar com fenômenos totalmente novos e desconcertantes como a progressiva eliminação dos postos de trabalho e a redução constante dos salários mesmo em períodos estáveis e até o crescimento vigoroso da economia sem a geração de um número razoável de empregos. Por isso mesmo, os problemas decorrentes exigem soluções novas e globais. As teorias capitalistas neoliberais não dão conta da tarefa, e mesmo alguns de seus expoentes já admitem isso. Os velhos axiomas marxistas falham totalmente diante de um capitalismo sem proletariado, em que as classes trabalhadoras se pulverizam em milhões de autônomos, terceirizados, microempresários e afins.

Direito disse...

Toda revolução, como seu próprio significado já diz: é a insurreição que tende a modificar a política ou a instituição de um estado. Sendo ela social, cultural ou industrial, tende a ter seus ônus e bônus.
Como aspecto negativo no campo do trabalho intelectual se estendendo até a problemática da industrialização do campo, aliado com a busca continua de outras alternativas energéticas que é uma conseqüência da primeira crise do petróleo na década de 70. Tendo como vitimas de todo esse processo, os pequenos fazendeiros, que não conseguiu acompanhar os grandes latifundiários na mecanização de suas propriedades, e os antigos trabalhadores rurais que teve seu lugar substituído pelas maquinas. E além desse problema temos outro ponto critico que é o avanço da fronteira agrícola sobre pondo as reservas ambientais.
No campo da tecnologia da informação o principal ônus a ser observado, é a utilização da informática como mecanismo de venda novamente diminuindo postos de emprego dessa vez no setor terciário da economia, e do atendimento eletrônico que é hoje utilizado massivamente na área da telefonia que torna a relação consumidor e vendedor cada vez mais impessoal indo contra uma das marcas da 3 revolução industrial que e o consumo segmentado que é nada mais que o consumo de produtos personalizados e diferenciados , que não acontece no atendimento através de “call center” que trata o consumidor como um numero
A Globalização no processo de produção hoje em dia e o vilão dos direitos humanos, pois se instala em paises onde esse tratado não é respeitado servindo de exemplo a China onde se utiliza de mão de obra barata para a produção de utensílios industriais barateando o custo de produção para maximizar seus lucros.


Nome: Marcos Moreira Nizio
curso: Direito
turma: DR1T30
RA: 941244-1

Raylson Veríssimo disse...

Terceira Revolução Industrial

São vários os impactos positivos causados pelas rescentes transformações econômicas, denominadas como terceira revolução industrial, interessando principalmente as empresas multinacionais, pois com essas opções tecnológicas propostas pelas tecnologias da informação, no caso a informática e as telecomunicações possibilitam um processamento e transporte de informação de forma digamos digital, tornando-se mais potente ainda com o surgimento da internet.
Agora o maior dos problemas causados por tal revolução: um fantasma na vida de todos os trabalhadores, o desemprego, que é causado pelas transformações que vêm ocorrendo no padrão de desenvolvimento produtivo e tecnológico. Na segunda revolução industrial foram substituídos o trabalho manual pelas máquinas. Já na terceira é a informação que toma a frente, sendo que o acesso a grande volume de informação e sua capacidade de processá-la vem gerando um enriquecimento cultural.
O trabalho intelectual coloca aqueles estudados e bem qualificados na parte superior de uma hierarquia, ficando do outro lado os não qualificados. Em vez de apenas administrar a produção, como era feito na segunda revolução industrial, nesta outra etapa tem que ter um conhecimento suficiente para analizar um volume maior de informações, sendo assim necessário ter uma formação técnica ou de preferência superior.
Os consumidores, por terem uma renda cada vez maior, passaram a exigir do mercado produtos mais sofisticados e diferenciados, gerando assim um consumos segmentado. Mas como as empresas descobrem quais as necessidades dos consumidores, o que eles desejam? É simples, a tecnologia da informação possibilita às empresas conhecerem quais as necessidades individuais dos consumidores, fazendo com que estas produzam o que melhor atende às necessidades dos clientes.
O processo de globalização tem colaborado muito no desenvolvimento de hardware e sofrware. Com isso, torna mais a vida dos empresários multinacionais mais fácil, pois tendo acesso a novos equipamentos e novos programas torna mais fácil a mobilidade de capitais nos diversos mercados mundiais.

Referências Bibliográficas: http://www.01wfm.hpg.ig.com.br/terceirarevolucaoindustrial.htm;
http://forum.g-sat.net/showthread.php?t=81573; http://www.coladaweb.com/hisgeral/3rev.htm.

Helton Peres Ferreira disse...

Pelo que pude observar na terceira revolução industrial os aspéctos que mais se destacaram foram: Tecnologia de Informação que esta relacionada à enrgia -maquina a vapor e combuustão e aletricidade,tecnologia essa que ampliaram a capacidade produtiva do homem nos séculos XIX e XX.Passibilitando o alargamento do trabalho intectual com as facilidades da intrnet e do computador.
Outro aspecto importante foi o trabalho intelectual- Com a terceira revolução industrial surge uma nova divisão do trabalho,polorizada pelos trabalhadores intelectuais qualificados de um lado e pelos não qualificados de outro. O trabalhador passa a se deparar com maior numero de informações, que exige dele algum grau de tratamento ou de análise.
Outro aspecto importante foi o Consumo de Segmento, onde as empresas produziam milhares de produtos idênticos,para obter economias de escala.Mas com aumento da renda desses consumidores eles passaram a demandar produtos mais sofisticados.Mas com a tecnologia da informação,possibilitou as emprezas conhecerem as necessidades desses consumidores.Podendo assim ofertar produtos diferenciados que atenda as necessidades de cada cliente.
A Globalização se intensificou graças às tecnologias da informação,que possibilitaram as comunicações em tempo real. A principal caracteristica da globalização é livre mobilidade de capitais nos diversos mrcados mundiais. Outro aspecto importante da globalização é concentração industrial com a formação do oligopólio mundial.

Anderson d+ disse...

O sistema de produção em massa disseminou-se da indústria automotiva para outras indústrias e se tornou padrão incontestado em todo o mundo como a melhor maneira de conduzir os assuntos empresariais e comerciais.

Enquanto o "método americano" desfrutava de um sucesso irrestrito nos mercados mundiais nos anos 50, uma empresa automobilística japonesa, lutando para recuperar-se da II Guerra Mundial, experimentava uma nova abordagem à produção – cujas práticas operacionais eram tão diferentes daquelas da produção em massa, quanto esta era dos primeiros métodos artesanais de produção.

A empresa era a Toyota e seu novo processo gerencial era denominado de produção enxuta.

Sr Rogerio, parabéns pela iniciativa de criar um blog tão maravilhoso.

Anônimo disse...

importante estas informações
para o conhecimento da menhoria e aprendizajem!!